Na mesma 2ª feira negra do crash da Bolsa de Nova Iorque, dia 19 de outubro de 1987, António Guerreiro funda o Finantia – Gestão e Consultoria Financeira. Tinha 35 anos. Indiferente à coincidência de datas que poderia dar azo a maus prenúncios, o empresário lança as bases daquele que se tornou no mais internacional dos pequenos bancos portugueses.

Entretanto passaram-se 30 anos. O mundo e a forma de fazer as coisas mudaram muito. Em 1987 estava-se no início da revolução informática. Desde então até aos nossos dias tudo se tornou mais rápido, mais próximo e mais global. As exigências para a banca complexificaram-se e a crise económica mundial, iniciada pela queda da Lehman Brothers, apenas veio reforçar a necessidade dos bancos estarem muito bem preparados para uma envolvente de riscos acrescidos.

Ao longo destas 3 décadas o Banco Finantia mostrou uma capacidade de adaptação inquestionável:

  • Internacionalizou-se, estando hoje presente nos EUA, no Brasil, no Reino Unido e em Espanha.
  • Apresentou sempre resultados positivos, sem nunca deixar de ter os “pés bem assentes no chão”. A prova disso é a forma como o Banco Finantia tem estado a lidar com a crise que se abateu sobre a economia portuguesa e mundial. Ajustou-se, desalavancou e apostou em novos segmentos de mercado.
  • Apresentou rácios de solidez financeira e de eficiência muito acima da média portuguesa e europeia. No ranking dos Top 250 bancos da U.E., elaborado pela revista The Banker do Grupo Financial times, o Banco Finantia tem estado sempre entre os 20 bancos com melhores rácios de solidez financeira e de eficiência.
  • Recebeu vários prémios, reconhecendo a qualidade do seu trabalho, sendo de realçar os prémios atribuídos pela Euromoney, tais como Best Securities Firm in Portugal, Best Smaller Bank in Western Europe e Best Smaller Investment Bank in the World.

Alguma coisa o Banco Finantia há de ter. Talvez o fato de ter nascido num ano de dificuldades (1987 – crash da Bolsa de Nova Iorque) lhe tenha dado uma capacidade de sobrevivência especial, assente numa combinação bem-sucedida entre competência, ousadia e prudência.