Lutar por um mundo melhor e fazer a diferença: foi com esta missão que nasceu a Casa Grande da APSA – Associação Portuguesa do Síndrome de Asperger. Trata-se de um espaço onde as pessoas que lidam todos os dias com o Síndrome de Asperger encontram um porto seguro recheado de atividades e programas de apoio fundamentais ao seu desenvolvimento.

O Banco Finantia preza o bem-estar das famílias portuguesas e, como tal, não ficou indiferente a este projeto, sendo um dos seus principais financiadores.

Atividades de Integração Social

O Síndrome de Asperger define-se como uma perturbação que dificulta a capacidade de adaptação social. Por esta razão, os programas e atividades oferecidas pela Casa Grande têm um objetivo único: facultar aos jovens portadores as ferramentas necessárias para que possam viver uma vida mais independente, mais digna. Entre outras atividades, a instituição promove:

  • Treino de competências sociais;
  • Treino de autonomia funcional e comunitária;
  • Ateliers: Horticultura e Jardinagem, Informática, Expressão Plástica, Música, Costura;
  • Espaço GYM’Apsa;
  • Espaço ESTUD’Apsa;
  • Experiências comunitárias;
  • Workshops;
  • Programa Empregabilidade.

Como resultado de algumas parcerias, atividades como o yoga, Jin Shin Jyutsu e o CAMP’Apsa também fazem parte do plano curricular deste projeto.

Um desafio à comunidade

A Casa Grande, situada na freguesia de Benfica, lança um desafio a todos os portugueses: conhecer e usufruir dos diferentes serviços e produtos disponibilizados pelos jovens que frequentam os ateliers. “Podem vir à nossa lavandaria, podem fazer arranjos no nosso atelier de costura, ter aulas de música, de informática, de artes plásticas” ou simplesmente, comprar produtos agrícolas ou flores, explicou a diretora da APSA em entrevista ao Diário de Notícias.

Através de uma parceria, já é possível, por exemplo, comprar, numa loja de Benfica, alfaces cultivadas na Casa Grande. A ideia é simples: ajudar os portadores de Asperger e impulsionar o seu futuro, envolvendo também toda a comunidade: “Depois do sonho de construir a casa, o sonho agora é que se torne autossustentável”, acrescentou.