Crescimento e solidez resumem o ano de 2014 para o Banco Finantia, que aumentou os lucros em 89%, consolidou a sua solidez financeira e conseguiu fidelizar um número crescente de clientes devido aos resultados alcançados na área da Banca Privada.

No que diz respeito aos lucros, os resultados foram muito favoráveis para o Banco Finantia. Em 2014 atingiu um lucro consolidado no valor de 11,9 milhões de euros, o que representa uma subida significativa relativamente aos cerca de 6 milhões de euros do ano anterior. Note-se que a diferença entre estes valores representa um crescimento na ordem dos 89% em apenas um ano.

Por outro lado, também a solidez financeira do Finantia, se fortaleceu. O rácio Common Equity Tier 1 (CET1) denotou um aumento de 0,5%, sendo de 18,0% em 2013 e de 18,5% em 2014, respetivamente. Um valor que posiciona o Banco Finantia significativamente acima do mínimo exigido, de 7%, pelo Banco de Portugal.

Outros indicadores, como o rácio de solvabilidade total (CAD), confirmam, na mesma medida, um reforço da solidez financeira do Banco Finantia. De acordo com as novas regras prudenciais de Basileia III, sem regime transitório, o CET1 seria de 19,1% e o rácio total de 20,8%, ou seja, um dos mais elevados do setor bancário em Portugal. Visto que, quanto mais elevado é o rácio, maior é a estabilidade financeira de uma determinada empresa, o Banco Finantia assegura uma solidez financeira acima da média.

As metas até agora alcançadas consolidam o Banco Finantia no negócio da Banca Privada e transmitem um clima de confiança aos seus clientes, que se traduz num aumento verificado dos depósitos a prazo: em 31/12/2014 o volume de depósitos atingiu 603 milhões de euros, isto é, mais 16% do que em 2013.

O aumento dos depósitos dos clientes, em conjunto com os financiamentos colateralizados (Repos), reforça a liquidez do Banco. Além disso, impulsiona também a redução em 26% do montante usado nas operações de refinanciamento junto do Banco Central Europeu e permitem manter um equilíbrio entre as várias fontes de financiamento.

Por outro lado, a tendência de redução de custos manteve-se. Em 2013 os custos operacionais foram de 23,7 milhões de euros, e em 2014 de 23 milhões de euros.Consequentemente, o rácio de eficiência (cost-to-income) fixou-se em 23% – um dos melhores entre os bancos portugueses.

Em 2014, o Banco Finantia conseguiu alargar a sua atividade operacional a diversas áreas e ganhou com isso a confiança da economia portuguesa, bem como da União Europeia, tendo também beneficiado da revitalização económica que se começa a sentir em Portugal e na União Europeia.

Ainda assim, o Banco Finantia continuou a manter o seu foco estratégico nos serviços e atividades de apoio às empresas, nomeadamente nas áreas de Mercado de Capitais, Banca de Investimento e de Banca Privada.