O Banco do Bebé nasceu com uma missão: acompanhar, apoiar e estender uma mão amiga às famílias e aos seus bebés recém-nascidos para que juntos tenham um início de vida digno quer a nível monetário, social ou emocional.

E hoje é a história dessas mesmas famílias que aqui partilhamos para que acompanhe com outro olhar o trabalho de uma instituição e de uma equipa que luta por fazer a diferença através da Maternidade Alfredo da Costa.

“O Banco do Bebé foi a melhor coisa que me aconteceu”

É com esta frase que começa o testemunho de Janice. Quando foi mãe precisou de muito apoio e o Banco do Bebé não tardou em proporcionar-lhe um enxoval completo para o seu recém-nascido com alguns bens essenciais como fraldas, medicamentos, roupa, produtos de higiene, entre outros.

Além disso, Janice também faz questão de evidenciar o papel da instituição na formação dos pais em termos dos cuidados a prestar ao bebé: “Recomendarei a qualquer pessoa que esteja interessada. E não só pela ajuda mas também pelo que se aprende. Com o Banco do Bebé aprendi muita coisa. Aprendi a cuidar das minhas filhas”, afirma no website da instituição.

“O Banco do Bebé para nós significa a família que não temos”

A história da família Pereira toca o testemunho anterior em muitos pontos, mas com uma grande diferença: à parte das carências económicas, somava-se o nascimento de um bebé prematuro com apenas 26 semanas e muitos problemas de saúde.

Depois de sete meses no hospital, contam que foi na Maternidade Alfredo da Costa que ouviram falar pela primeira vez do Banco do Bebé. Entraram rapidamente em contacto e a resposta não poderia ter sido melhor: “A voluntária do Banco do Bebé ajudou-nos a procurar casa e até foi connosco visitar algumas casas. Foi um momento maravilhoso quando alugámos uma casa. Não tínhamos mobília, roupas, loiças mas entre as voluntárias conseguimos tudo. Até o frigorífico nos pagaram para congelar as sopas para o bebé”.

O Banco do Bebé também ajuda mensalmente esta família com fraldas e medicamentos que o pequeno Ivo precisa de tomar por ter nascido prematuro, mas o mais importante é a força e o apoio incondicional que estes voluntários prestam sem exigir nada em troca. “O Banco do Bebé para nós significa a família que não temos”, concluem.