O Banco Finantia tem um lema: contribuir para um mundo melhor, procurando melhorar a vida das pessoas com necessidades especiais através de apoios e incentivos. É por isso que, ao longo do tempo e no âmbito da sua política de responsabilidade social, o Banco Finantia manteve o seu apoio a ações específicas de solidariedade social destinadas em parte a crianças e jovens com necessidades educativas especiais, que não têm condições para pagar o tratamento e o acompanhamento  adequados.

Esta missão alcançou a sua expressão máxima ao lado de uma das associações mais importantes no que diz respeito às doenças mentais e raras em Portugal: a Raríssimas.

Porquê a Raríssimas?

Existe a ideia de que o que é raro, raramente acontece. No entanto, em Portugal existem cerca de 800 mil pessoas portadoras de doenças raras e, infelizmente, outros tantos casos por diagnosticar.

Esta realidade tantas vezes desconhecida, composta por números surpreendentes, deu o mote para a fundação da Raríssimas, em 2002, pelas mãos da presidente Paula Brito e Costa e de um grupo de pais que decidiu não ficar indiferente.

Apoiar os doentes, a família e os amigos, que vivem e convivem de perto com as doenças raras é o principal objetivo da associação e a sua luta diária. Para isso, a Raríssimas atua em várias frentes:

  • Divulgação, informação e sensibilização pública sobre as Doenças Raras a nível nacional e internacional, nomeadamente em países em vias de desenvolvimento;
  • Promoção de uma diferenciação positiva no diagnóstico, referenciação, tratamento e acompanhamento dos doentes com Doenças Raras;
  • Prestação de apoio domiciliário ao portador de Doença Rara e família, e estabelecimento de parcerias nacionais e internacionais;
  • Resposta alargada: sede em Lisboa, delegações na Maia e no Pico (Açores) e a Casa dos Marcos.

Este modus operandi faz desta uma associação única, que apoia toda a estrutura familiar das pessoas portadoras de doenças raras. Em última instância, a Raríssimas trabalha para salvaguardar laços, que muitas das vezes vão além dos de sangue.

Por partilharem dos mesmos ideais, o Banco Finantia decidiu tornar-se aliado da Raríssimas. Acima de tudo, porque a entidade acredita que é possível mudar o mundo dando o seu contributo a causas que merecem todo o apoio.

Um trabalho de equipa

Nunca é demais apoiar uma associação como a Raríssimas, que tem como máximas tratar e cuidar de pessoas com necessidades especiais, bem como apoiar as suas famílias. Com recursos financeiros limitados, todas as ajudas são bem-vindas: só assim é possível garantir que o excelente trabalho tenha continuidade. Foi neste sentido que o Banco Finantia decidiu apoiar a Raríssimas, contribuindo com donativos.

Informar e sensibilizar sobre a questão das doenças raras tem de ser um esforço conjunto, que envolve todas as camadas da sociedade. A Raríssimas trabalha, todos os dias, para acabar com o desconhecimento face a esta realidade e atua na linha da frente para ajudar os que mais precisam. Cabe às empresas e entidades como o Banco Finantia estender um par de mãos extra a estas associações, estabelecendo parcerias e programas de apoio.